
Miguel Relêgo, um açoriano formado em bioteologia que ensina na Universidade da Costa da Caparica desde 1990, disse que não viu qualquer evidência de um clima repressivo entre ele e os outros. Os outros não puderam deixar de discordar neste ponto.



Aqui há uns tempos atrás (mais ou menos há 34 minutos), li um comentário no blog "Uroborus" da minha camarada RSD que referia uma tal de "escatologia inversa".
Na minha mente instalou-se de imediato uma dúvida: o que é a escatologia inversa? É sentar-mo-nos em cima de uma bosta e, com uma bem treinada sucção anal, reintroduzir-mos a dita nos nossos intestinos? Ou é uma metáfora para Morangos com Açucar?
A Bem da Nação












Após várias entrevistas com os líderes católicos, amigos e menos-amigos de Ratzinger em todo o mundo, e após digerir os milhares de páginas dos seus escritos, há três aspectos-chave acerca do Papa Joseph Ratzinger (como se diz na minha terra, há que chamar os bois pelos nomes) que emergem repetidamente como olhos de carneiro numa sopa da Caxemira:
É importante tentar perceber Ratzinger nos seus próprios termos, não apenas como exercício histórico, mas porque os crentes que veem a igreja como ele representam uma facção poderosa que permanecerá muito depois dele próprio desaparecer.

